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Pousada Talismã


A Pousada Talismã fica localizada a 30 metros do centro histórico de Paraty, com 8 apartamentos, e mantém um lado familiar, porém com um ambiente de charme e conforto.


Conteúdo: A Pousada Talismã fica localizada a 30 metros do centro histórico de Paraty, com 8 apartamentos, e mantém um lado familiar, porém com um ambiente de charme e conforto.

Com quartos duplos e triplos com ar condicionado, televisão, frigobar, ampla sala de tv e jogos e um delicioso café da manhã.

Acomodações:

Com acomodações amplas e confortáveis, a Pousada Talismã oferece um ar aconchegante, típico de uma cidade do interior, e o conforto necessário para você e sua familia desfrutarem ótimos momentos. Divirta-se a valer em meio a natureza e o conjunto arquitetônico histórico da cidade de Paraty.

História de Paraty:

Descoberta em 1502 por Gonçalo Coelho,a região da baía da ilha grande só teve sua colonização iniciada pelos portugueses por volta de 1930,com a expedição de Martin Afonso de Souza,em busca do caminho das minas de potassi.Ele fundou a vila de São Vicente e doou glebas de terras para que alguns viajantes passassem a morar no Brasil,assentando-se assim por todo o litoral,criando pequenos povoados.

Em 1556,os moradores da vila de São Vicente,chegam a Angra dos Reis,onde Antonio de Oliveira e sua mulher Da. Genebra Leitão de Vasconcelos,recebem uma sesmaria na ilha grande.Região esta constantemente visitada por navios franceses,que comercializavam com os índios tamoios.

Alguns historiadores afirmam que o povoado de Paraty foi fundado pela expedição de Martin Afonso de Souza,em 1531,em sua viajem do Rio de Janeiro a São Vicente,no dia 16 de agosto dia de São Roque,mas outros historiadores afirmam que a primeira citação do nome paraty só aparece em 1596,quando a expedição de Martin Correa de Sá,partiu daqui com uma tropa de 2700 homens,entre índios e soldados,para a região do vale do paraíba,com o intuito de escravizar índios,utilizando uma antiga trilha indígena guaianá,que cortava a serra do mar.Desde então o porto de Paraty passou a ser movimentado pelo comercio de produtos que chegavam da europa e por pessoas que buscavam ir para São Paulo,pela serra.

O povoado de Paraty mudou-se do morro do forte para a várzea entre os rios paraty-guaçu e patitiba,terras essas doadas por dona Maria Jácome de Mello para a construção de um novo povoado,tendo ela duas exigências:1ª –a construção de uma pequena capela em honra de Nsa Sra dos Remédios e a 2ª era de não molestarem os índios existentes no local,exigência essa que logo não foi atendida,pela rápida ocupação e crescimento do povoado.
Paraty era subordinada à ilha grande,por sete anos travou-se uma desavença entre as duas localidades,separando-as.Liderada pelo primeiro capitão Domingos Gonçalves de Abreu.Os moradores da vila,clamavam por sua emancipação,ressaltando a importância de seu porto e a posição estratégica na entrada para o caminho do sertão.Em carta régia de 28 de fevereiro de 1667,Dom Afonso VI reconheceu a nova vila de Nossa Senhora dos Remédios de Paraty e em outubro do mesmo ano se instalou a primeira câmara municipal e nomearam-se juizes e autoridades da nova vila,sendo Paraty o primeiro município brasileiro a conseguir sua emancipação político-administrativa pela revolta popular.

Com a descoberta do ouro nas Minas Gerais,o porto passa a ter grande movimentação,ele servia para escoar o ouro vindo das minas para o Rio de Janeiro onde seguia para Lisboa,também recebia todo tipo de mercadorias,inclusive escravos para trabalharem nas minas.Paraty nessa época já tinha uma forte agricultura de cana de açúcar,sendo a cidade até hoje sinônimo de cachaça,a mesma era usada como moeda de troca por escravos.

No inicio dos anos setecentos,a vila já reflete todo esse apogeu comercial,sendo construídas casas de alvenaria em pedra,abertura de novas ruas para serem ocupadas,construção de fortalezas e a construção de duas casas de registro de ouro.Em 1726,a carta régia de 16 de janeiro anexa a vila de Paraty à província do Rio de Janeiro.
Com o ciclo do café no inicio do século XIX,a vila passa a sentir as transformações financeiras da época,transformações essas que até então não havia sentido,mesmo com a utilização freqüente da estrada do Rio de Janeiro para Minas Gerais,através da serra dos órgãos,pois a o cultivo de cana de açúcar estava em ascenção e a cidade chegou a ter 100 engenhos de aguardente e doze de açúcar,passando a serem trocados pelo cultivo de café.Mesmo assim o movimento do porto ainda era imenso, para escoar o café que vinha do vale do paraíba em grandes tropas de burros, e Paraty nessa época construiu mais uma igreja, terminou a obra da igreja matriz,começada no século anterior e a construção de um hospital.

Com a vinda da família Real para o Brasil,Paraty passou a sentir as influências da corte,devido a proximidade com ela.Mudanças no comércio,com a procura de tecidos finos vindos da europa,total remodelagem da cidade com a construção de sobrados mais elegantes no lugar das casas térreas,o término do calçamento pé de moleque e o aterramento de áreas alagadas para o avanço da cidade.

Em 1813,por decreto de 17 de dezembro,foi a vila enobrecida com o título de condado,sendo seu primeiro titular Dom Miguel Antonio de Noronha Abranches Castelo Branco.A lei provincial nº 302,de 12/03/1844 elevou a vila à categoria de cidade,com o nome de Paraty.

No final do século XIX,Paraty começou a entrar no seu período de decadência,com o insucesso do plantio de café,junto com o alto custo de mão de obra,despesa com escravos,as fazendas foram abandonadas ou vendidas,os poucos alambiques que restavam não conseguiam prosperar mais a economia do lugar,tendo seu declínio maior com a construção da estrada de ferro ligando o Rio de Janeiro a São Paulo,cessando assim as atividades do porto.Paraty no inicio do século XX chegou a ter apenas 500 habitantes,nem todos os esforços dos habitantes restantes para manter viva a tendência comercial viva da cidade tiveram sucesso.

Em 1945 o sitio histórico de Paraty foi considerado monumento estadual pelo decreto lei nº -1.450,numa visão futurista do então interventor,Ernani do Amaral Peixoto,descendente de raízes paratyenses.

Com a construção de uma estrada entre Paraty e a cidade de Cunha nos anos 50,ficou mais fácil chegar a cidade de São Paulo através da via Dutra,causando uma grande transformação na cidade,com essa maior facilidade,paulistas começaram a freqüentar a cidade,encontrando aqui um novo modo de vida,passaram a comprar os antigos casarões,alguns até em ruínas e os reformaram,alguns vieram morar,outros para passar férias e feriados prolongados.Desde então a cidade descobriu a sua verdadeira vocação com a industria do turismo.
A viajem para o Rio de Janeiro continuou sendo feita através de lancha,em dias alternados,até os anos 70,só sendo finalizado esse meio de transporte com a construção da BR 101,a Rio-Santos.

Em 24 de março de 1966,pelo decreto 58.077,foi todo o município de Paraty convertido em monumento nacional.



Fonte de pesquisa: Roteiro do visitante,escrito por Diuner Mello,sócio fundador do Instituto Histórico e Artístico de Paraty.


Endereço: Rua José Vieira Ramos, 07


Telefone: (24) 3371-6173


Website: ver endereço do website


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